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Perguntas Frequentes

Encontre respostas para as principais dúvidas sobre o AI.arq

Sobre o AI.arq

O AI.arq é uma plataforma que cobre o ciclo de quantitativo, comparativo e apresentação (sem precificar — isso fica com seu orçamentista):
(1) Lê o CAD — você envia DXF, DWG ou PDF e a IA gera a planilha de quantitativos (itens, unidades e quantidades — sem preços).
(2) Referências SINAPI — os itens vêm com o código SINAPI de referência quando há correspondência confiável (descrição padronizada, unidade e % de compatibilidade); os sem par vêm sinalizados. Serve pra justificar o quantitativo aos fornecedores.
(3) Compara propostas — quando os fornecedores devolvem as cotações, você sobe as planilhas e o AI.arq gera o comparativo pareado (ranking, discrepâncias, cobertura).
(4) Apresenta pro cliente final — com um clique, XLSX e PPT executivo saem com a logo e cor do seu escritório, prontos pra enviar por WhatsApp ou e-mail.
(5) Memorial e cronograma — do mesmo quantitativo saem um rascunho de memorial descritivo por disciplina (com carimbo RASCUNHO e o que falta marcado [A PREENCHER], pra você completar e assinar) e um cronograma físico da obra (não calculamos preço: se você informar o valor de cada etapa, ele distribui o desembolso mês a mês).

O AI.arq faz isso: você envia o DWG, DXF ou PDF que já tem e recebe a quantidade de cada item, organizada por disciplina, numa planilha com a coluna de preço em branco pro seu orçamentista.

Em DWG e DXF a gente mede a geometria do próprio desenho — comprimentos por camada, áreas de hachura (quando a camada tem uma hachura só) e contagem de blocos. PDF vetorial também é lido, mas sai como estimativa: é regra nossa não selar número de PDF como medido, porque a escala dele vem de uma declaração (o carimbo).

Cada linha volta marcada como medida ou estimada, com código SINAPI de referência nos itens em que há correspondência. Não precisa de BIM, de plugin nem de AutoCAD: roda no navegador. No beta é grátis e ilimitado, sem cartão.

Pra engenharia civil, orçamento de obra e arquitetura: quem precisa levantar a quantidade a partir do próprio desenho — o DWG, DXF ou PDF que já existe. O AI.arq lê a prancha, não o canteiro.
Não. O AI.arq é uma ferramenta de apoio que acelera o levantamento inicial de quantitativos e organiza a comunicação com fornecedores. A planilha gerada deve sempre ser revisada por um profissional habilitado antes de ser utilizada em orçamentos ou contratações. Itens marcados em laranja (estimados pela IA) e roxo (custos indiretos / gestão) requerem verificação obrigatória antes de fechamento.
Funciona para ambos. Para reformas, o sistema compara automaticamente o layout atual com o novo e identifica o que sai, o que entra e o que permanece, gerando um resumo comparativo na primeira aba da planilha.

Como Funciona

No upload, você escolhe a tipologia do projeto (residencial, escritório, varejo, hospitalar, educacional) e, para cada prancha, classifica o tipo ou o detalhe do ambiente. Isso permite que o sistema processe com precisão os tipos clássicos:

  • • Demolição
  • • Layout Atual e Novo
  • • Mobiliário e Marcenaria
  • • Arquitetura — portas, revestimentos, divisórias, persianas
  • • Pontos Elétricos e Dados
  • • Pisos, Forro e Iluminação
  • • Detalhamentos por ambiente (banheiro, cozinha, lavabo, etc)
  • • Hidráulica e Gás

Aceita DXF, DWG ou PDF. Nomear os arquivos com clareza ajuda (ex.: "Pr100_Demolir.pdf"), mas não é obrigatório — você classifica cada prancha na tela de upload.

Sim — projeto feito no Revit funciona. Exporte em DWG ou DXF (Arquivo → Exportar → Formatos CAD) e mande pra gente. O AI.arq aceita PDF, DWG e DXF; nos dois últimos o sistema extrai a geometria direto do desenho — áreas, perímetros, comprimento de parede, contagem de blocos — e por isso mede com mais precisão.

Arquivos .rvt e .ifc a gente não lê — e isso é escolha, não falta. Nesses formatos a quantidade já vem pronta do modelo, calculada pelo software a partir do que o autor modelou. A gente só marca de branco (“medido”) aquilo que mediu com as próprias mãos, a partir da geometria do desenho. Repassar número de terceiro com selo de medido seria quebrar a regra que sustenta a planilha inteira.

Vale lembrar: se você tem um modelo BIM completo e bem parametrizado, ele já gera as tabelas de quantidades sozinho. O AI.arq resolve o outro caso — o mais comum — que é o projeto que existe só como desenho: DWG, DXF ou PDF, muitas vezes recebido de outra pessoa.

A regra de ouro: 🥇 mande o CAD, em DWG ou DXF — os dois medem de verdade. Os DWG de AutoCAD Architecture/MEP (objetos AEC) às vezes não abrem — se der erro, salve em DXF e envie de novo. PDF vetorial também é lido, mas sai como estimativa. No CAD a gente extrai a geometria (áreas, comprimentos, contagem de blocos), então as quantidades saem medidas; no PDF a gente mede a geometria quando dá e a IA lê textos e legendas, mas tudo sai como estimativa pra você conferir, porque é regra nossa não selar número de PDF como medido: a escala dele vem de uma declaração (o carimbo). Planta escaneada não mede. Os números por formato estão em DWG, DXF ou PDF: o que os nossos dados mostram.

Passo a passo por programa:

AutoCAD

  1. Botão do Aplicativo (o "A" no topo à esquerda) → Salvar Como → Outros Formatos.
  2. Em "Arquivos do tipo", escolha um DXF (ex.: AutoCAD 2018 DXF).
  3. Dê um nome, escolha a pasta e Salvar. (o .dwg nativo já serve)

Fonte: Autodesk

Revit

  1. Aba Arquivo → Exportar → Formatos CAD → DWG (ou DXF).
  2. Ajuste a configuração (camadas) e escolha a vista/folha, ou um conjunto → Avançar.
  3. Escolha a pasta; em "Arquivos do tipo", a versão do AutoCAD (DWG) ou DXF → OK.

Arquivos .rvt e .ifc não entram direto — exporte antes. Fonte: Autodesk

ArchiCAD

  1. Abra a planta ou prancha (não funciona em tabela, índice ou lista).
  2. Arquivo → Salvar como → escolha DWG ou DXF.
  3. No campo Tradutor, deixe um padrão (ex.: "For as-is output") e Salvar.
  4. Várias pranchas de uma vez: Documento → Publicar.

Fonte: Graphisoft

SketchUp (Pro)

  1. Pra planta, ajuste a vista: Câmera → Vistas Padrão + projeção paralela.
  2. Arquivo → Exportar → Gráfico 2D (planta) ou Modelo 3D.
  3. Escolha .dwg ou .dxf → Opções → OK → Exportar.

Exportar CAD só existe no SketchUp Pro. Fonte: Trimble

Só tenho PDF

  1. Exporte um PDF vetorial: no AutoCAD, botão do Aplicativo → Exportar → PDF. No Revit/ArchiCAD, use Imprimir/Plotar → PDF.
  2. Nunca "plotar como imagem" nem escanear/fotografar a planta — o desenho vira pixel, as cotas somem e a IA não consegue medir.
  3. Se der, mande o DWG/DXF junto — a gente mede e completa o que o PDF deixou como estimativa.

Dicas que ajudam ainda mais:

  • Salve numa versão compatível (DXF 2018, 2013 ou 2010) — objetos muito recentes ou especiais (comuns em projetos MEP) às vezes não convertem.
  • Desenhe esquadrias, peças e equipamentos como blocos, não como linhas soltas — é assim que a IA conta quantos são.

Só tem PDF mesmo? Sem problema, a gente processa — só lembre que sai como estimativa pra conferir, e os números você ajusta.

Sem limite de arquivos. Durante o beta é grátis e ilimitado, sem cartão — a tabela abaixo é a prevista para depois (pode mudar). O que conta é a quantidade de pranchas reais dentro deles — você pode enviar 1 PDF com 12 pranchas, ou 12 DWGs com 1 prancha cada, o preço é o mesmo. As 3 faixas: Pequeno (1-5 pranchas) R$ 97, Médio (6-10) R$ 157, Grande (11-20) R$ 247. Acima de 20 pranchas: R$ 247 + R$ 10 por prancha extra, sem teto. Dúvidas ou casos especiais: [email protected].
Aproximadamente 1–2 minutos por prancha depois que o processamento começa. Um projeto com 10 pranchas leva cerca de 10 a 15 minutos. Projetos menores (3–5 pranchas) costumam levar de 5 a 10 minutos, contando a fila. Você acompanha o progresso em tempo real no dashboard.

Importante: o AI.arq entrega uma planilha de quantitativos (itens + unidades + quantidades + descrições SINAPI nos itens com correspondência) — sem preços preenchidos. A precificação e o fechamento do orçamento são feitos por você ou pelo seu orçamentista.

A planilha (.xlsx) tem até 3 abas:

  • • Aba 1 — Resumo Comparativo: análise do que sai, entra e permanece (especialmente útil em reformas).
  • • Aba 2 — Orçamento: itens organizados em até 18 disciplinas (Serviços Preliminares, Demolição, Fechamentos, Revestimentos, Pisos, Forros, Portas, Divisórias, Persianas, Iluminação, Elétrica, Hidráulica, Gás, AC, Incêndio, Marcenaria, Mobiliário, Complementares). É nesta aba que você ou o orçamentista preenche os preços unitários para compor o orçamento.
  • • Aba 3 — Referências SINAPI (quando há matches): para os itens do quantitativo com correspondência, traz o código oficial SINAPI com a descrição padronizada da composição, unidade e % de compatibilidade. Serve pra justificar tecnicamente o quantitativo aos fornecedores.

Recursos transversais:

  • • 4 cores por tipo de item: branco (medido), laranja (estimado), cinza (metadado), roxo (custo indireto).
  • • Coluna REF. PRANCHA com rastreabilidade por item.
  • • Fórmulas automáticas de subtotal por disciplina + BDI configurável (vem com 27,5% como ponto de partida — ajuste pro seu caso) + contingência (10%). Para referência: o Acórdão 2.622/2013 do TCU traz faixa de 20,34% a 25% para construção de edifícios em obra pública.
  • • Seções OMISSOS, EXCLUSOS e SUGESTÕES (custos indiretos típicos — linhas em roxo).
  • • Alertas automáticos na coluna de observação: quando um valor foge da faixa típica do tipo de item, quando duas linhas parecem medir a mesma coisa (mesmo layer) e quando aparece uma categoria que costuma ficar de fora do orçamento (hidráulica, esquadria, ar-condicionado).
  • • Coluna amarela de preço unitário em branco, para o orçamentista ou fornecedor preencher.
  1. Upload + classificação: você envia DXF/DWG/PDF, escolhe a tipologia (residencial, escritório, varejo, hospitalar, educacional) e, para cada prancha, classifica o tipo ou detalhe de ambiente.
  2. Extração do CAD: DWG/DXF — dados geométricos extraídos direto (blocos, polylines, hachuras). PDF — texto extraído e imagens recortadas por região de legenda.
  3. Análise com IA: cada prancha vai para a IA (Claude), que aplica convenções NBR e identifica itens, materiais, quantidades e especificações.
  4. Calibração por densidade: ratios históricos de projetos similares sinalizam itens fora do padrão (alertas de anomalia).
  5. Enriquecimento com SINAPI: os itens com correspondência ganham referência oficial na aba "Referências SINAPI" (código + descrição padronizada + % de compatibilidade).
  6. Geração: itens consolidados em planilha .xlsx com fórmulas de subtotal, BDI e contingência prontas.
  7. Revisão: você revisa no navegador (aprovar/editar/comentar item a item) ou baixa e corrige offline.
  8. Comparativo de orçamentos (opcional): quando os fornecedores devolvem, você faz upload das planilhas e o AI.arq gera XLSX + PPT executivo com sua marca.

Precisão e Qualidade

A precisão depende da qualidade do arquivo: DWG/DXF permitem medição geométrica direta; PDF vetorial é lido, mas sai como estimativa — é regra nossa não selar número de PDF como medido, porque a escala dele vem de uma declaração (o carimbo); planta escaneada não mede. Por isso cada item volta marcado como medido (do CAD) ou estimativa (pra revisar) — você sempre sabe no que confiar.

Por que medir e não só "olhar" a planta? Modelos de IA que contam itens só pela imagem de uma planta erram muito: num benchmark acadêmico de 2026 (AECV-Bench), os modelos testados acertaram entre 40% e 55% na contagem de portas e janelas (AECV-Bench, 2026). Por isso o AI.arq lê a geometria do arquivo CAD em vez de adivinhar pela imagem — e te mostra, item a item, o que foi medido e o que é estimativa.

Fonte: AECV-Bench (2026), benchmark acadêmico de leitura de plantas — arxiv.org/abs/2601.04819.

Toda planilha deve ser revisada por profissional.

A planilha usa 4 cores com significados diferentes (não é uma escala de "pior pra melhor" — cada cor indica um tipo de item):

  • Branco — MEDIDO: quantidade medida ou contada diretamente do CAD (hachura, bloco, polyline). É a parte mais sólida — ainda assim, a revisão por arquiteto/engenheiro é sempre recomendada.
  • Laranja — ESTIMADO / VERIFICAR: quantidade sugerida pela IA (fórmula ou inferência da legenda), ou linha que a comparação de densidade marcou como fora do padrão. Revisar antes de usar.
  • Cinza — METADADO: informação do projeto (área total, área de layout, postos de trabalho). Não é item orçável — é contexto.
  • Roxo — CUSTO INDIRETO / GESTÃO: checklist de itens que não aparecem nas pranchas mas toda obra precisa (gerente de contrato, mestre de obra, seguro, as-built, fee). Você preenche a quantidade conforme o prazo real.

Obs: a coluna amarela (MAT R$ / M.O. R$) é onde você preenche os preços — aparece em todas as linhas, independentemente da cor do item.

Quando a legenda ou o quadro da prancha informa a quantidade, ela é usada diretamente. Quando não, a gente mede a geometria do CAD:

  • • Comprimentos de paredes, dutos e tubulações, por camada do desenho
  • • Áreas de ambientes e de hachuras — quando a camada tem uma hachura só. Camada com várias (o “ARQ-PISO” que mistura porcelanato e cerâmica) sai como estimado, porque a soma não mede um acabamento sozinho
  • • Contagens de blocos: portas, janelas, luminárias, pilares, louças

Cada linha sai com um selo: medido (veio da geometria) ou estimado (veio de índice ou de um dado informado por você, como o pé-direito — nesse caso a conta aparece na observação do item, ex.: “perímetro das paredes × pé-direito informado”). A escala da prancha é conferida pelas próprias cotas do desenho, e o projeto mostra quantas bateram.

O que a gente não faz: aplicar dimensionamento normativo por conta própria (lux de iluminação, sprinklers por área, tomadas por posto, BTU por m²) nem acrescentar percentual de perda ou desperdício. Isso é decisão de projeto e do orçamentista — o quantitativo entrega a medida do desenho, com a origem de cada número rastreável.

Na prática isso pesa mais em piso, forro e revestimento, que quase sempre chegam como camada com várias hachuras: nesses três a maior parte das linhas sai como estimada, pra revisar. Comprimento e contagem de blocos são os que mais viram medido.

Base técnica: catálogo oficial SINAPI (Caixa), com ~10 mil composições carregadas no sistema como vocabulário de referência.

  • • Exporte os PDFs em alta resolução (300 DPI).
  • • Nomeie os arquivos de forma clara (ex.: “Pr100_Demolir.pdf”, “Pr400_Arquitetura.pdf”).
  • • Inclua legendas completas com materiais, fabricantes e referências.
  • • Envie todas as pranchas do projeto juntas — o sistema cruza dados entre elas e dá resultado mais consolidado.
  • • Pode enviar PDFs com múltiplas páginas e DWGs com vários layouts — cada página/layout vira uma prancha separada na contagem.

Quando o sistema não consegue extrair itens de uma prancha, ele avisa de forma clara — não entrega uma planilha vazia sem explicação. As causas mais comuns:

  • • O PDF é uma imagem escaneada ou fotografada da planta. O sistema lê PDF vetorial exportado direto do CAD (AutoCAD, Revit) — não foto.
  • • O arquivo chegou incompleto — conexão instável durante o envio.
  • • A prancha tem só o desenho, sem cotas nem legendas legíveis.
  • • É um DWG de AutoCAD MEP/Architecture (elétrica, hidráulica, ar-condicionado) com “objetos inteligentes” (AEC). Nenhum conversor abre esse tipo direto — nem o nosso, nem o “Salvar como DXF” comum. O DWG comum (arquitetônico) converte normal; só os de MEP travam.

O que fazer: reenvie o arquivo exportado direto do CAD (PDF vetorial ou DWG), numa conexão estável, e reprocesse o projeto.

DWG de elétrica/MEP que não abriu? No AutoCAD, abra o arquivo e rode o comando EXPORTTOAUTOCAD (ou _AECEXPORTTOAUTOCAD) — isso transforma os objetos inteligentes em linhas comuns. Depois → Salvar Como → DXF 2013 e suba esse DXF. Aí a gente mede. (Nossa tela de upload avisa na hora se detectar um arquivo desse tipo.)

Preços e Pagamento

Hoje: R$ 0 — durante o beta aberto é grátis e ilimitado, sem cartão, quantos projetos quiser. Tabela prevista para quando a cobrança começar (pode mudar, e a gente avisa antes): três planos com economia de escala — quanto maior o projeto, mais barato por prancha.

Pequeno

R$ 97

Até 5 pranchas

R$ 19,40 / prancha

MAIS COMUM

Médio

R$ 157

6 a 10 pranchas

R$ 15,70 / prancha · −19%

Grande

R$ 247

11 a 20 pranchas

R$ 12,35 / prancha · −36%

Acima de 20 pranchas: R$ 247 + R$ 10 por prancha adicional.

O que conta como prancha? Páginas dentro de PDFs e layouts dentro de DWG/DXF são contados separadamente. PDF de 12 páginas = 12 pranchas. DWG com 3 layouts = 3 pranchas. Quando a cobrança começar, o sistema vai mostrar a contagem antes de você pagar.

O modelo previsto é por projeto, sem mensalidade ou assinatura.

Hoje não há pagamento: o beta é grátis. Quando a cobrança começar, o pagamento previsto é por cartão de crédito/débito, processado pelo Stripe. Não armazenamos dados do seu cartão; todo o fluxo financeiro ocorre diretamente nos servidores do Stripe (certificado PCI-DSS).
Cada planilha revisada mostra pra gente onde a leitura errou ou deixou em branco — é com ela que a gente acha e corrige os erros da IA (a sua quantidade não é copiada pra outro projeto). As cotações de fornecedor alimentam o comparativo do projeto. Histórico na aba "Contribuições" do seu dashboard.
Não. O modelo previsto é por projeto processado, sem assinatura, mensalidade ou taxa oculta — usa quando precisa. Hoje, durante o beta, nada é cobrado, e quantos projetos quiser; a tabela prevista por número de pranchas só vale quando a cobrança começar (pode mudar), e a gente avisa antes.

Comparativo de Fornecedores & PPT

Não. Cada feature funciona sozinha. Não tem venda casada.

  • ✓ Só quantitativo? Ok — você gera a planilha e usa do jeito que quiser, em qualquer ferramenta.
  • ✓ Só comparativo de fornecedores? Em breve vamos disponibilizar uma página separada. Hoje, o comparativo aparece dentro do projeto (mesmo que você não use o quantitativo do AI.arq como base).
  • ✓ Só referências SINAPI? Vêm junto com o quantitativo automaticamente quando há matches — não é cobrada separada.
  • ✓ Só PPT com sua marca? Só é gerado quando você tiver cotações pra comparar. É brinde do comparativo, não é cobrado à parte.

Quando a cobrança começar, o previsto é pagar só pelo processamento do quantitativo (preço previsto por faixa de pranchas — veja "Preços e Pagamento"). O previsto é que todo o resto (referências SINAPI, comparativo, PPT, agente de chat) venha incluído, sem taxa extra e sem obrigatoriedade de uso.

Faz. Depois que o quantitativo fica pronto, dá pra gerar um cronograma físico a partir dele: as etapas da obra distribuídas no tempo, com o peso de cada uma. É um cronograma de prazo e avanço — o AI.arq não precifica, mas, se você digitar o valor de cada etapa, ele distribui o desembolso mês a mês, no mesmo ritmo do cronograma.

Você escolhe a data de início e a duração, ajusta as etapas na tela, e baixa em PDF ou como apresentação com a sua marca — dá pra levar direto pra reunião com o cliente.

Pra montar à mão, tem o modelo de cronograma físico-financeiro em Excel.

Como todo o resto, no beta está incluso — sem custo adicional.

Gera um rascunho editável na tela, escrito a partir dos itens que a IA levantou do seu CAD, organizado na ordem das etapas da obra — o mesmo documento que prefeitura, banco e incorporação pedem. Você ajusta parágrafo por parágrafo e baixa em Word (.docx) já com as suas edições.

O texto é honesto: cada quantidade indica se foi medida do CAD ou se é estimativa a confirmar, e o que o desenho não informa (traço de concreto, sondagem, método executivo) vira um campo destacado [A PREENCHER PELO RESPONSÁVEL TÉCNICO].

É uma base pra você editar e assinar — não substitui o memorial de responsabilidade do RT. Dica: revise as quantidades antes de gerar, o texto sai melhor.

Se quiser um modelo pra comparar, o modelo de memorial descritivo em PDF e DOCX é grátis e não pede cadastro.

No beta está incluso — sem custo adicional.

Depois que você gera o quantitativo e manda pros fornecedores, eles devolvem planilhas preenchidas. Dentro do seu projeto no AI.arq, tem o card "Recebeu orçamentos dos fornecedores?" — basta fazer o upload de cada XLSX recebido.

Quando você tem 2 ou mais cotações, o botão "Gerar comparativo" produz:

  • ✓ XLSX com ranking por total pareado (só itens que todos orçaram — comparação justa)
  • ✓ Cobertura de cada fornecedor (quantos % dos itens ele cotou)
  • ✓ Top discrepâncias acima de 100% (sinal de escopo diferente)
  • ✓ Cruzamento com o quantitativo AI.arq original (quem esqueceu o quê)
  • ✓ PPT executivo com a logo e cor do seu escritório

O sistema reconhece as colunas automaticamente (descrição, unidade, quantidade, valor) mesmo em planilhas de layouts diferentes, e identifica itens equivalentes mesmo quando descritos de formas diferentes.

Sim. No Dashboard → "Meu Cadastro" → seção "Identidade visual" você sobe o logo (PNG/JPG/SVG, máx 2MB) e escolhe uma cor de marca. A partir daí, todo PPT comparativo sai com:

  • • Logo na capa e em cada slide (canto superior esquerdo)
  • • Títulos e cards usando a sua cor primária
  • • Rodapé "Análise preparada por [Escritório] — Powered by AI.arq"

Ao subir o logo você declara ter os direitos autorais ou autorização de uso (ver Termos).

Dentro do projeto, no card "📇 Dados do cliente final" você preenche nome, empresa, e-mail, WhatsApp e endereço da obra. Esses dados:

  • • Aparecem no cabeçalho das planilhas e PPTs gerados
  • • Habilitam os botões "📱 WhatsApp" e "✉️ E-mail" pra envio rápido (abre o app com mensagem pronta — o AI.arq não envia sozinho)
  • • Ficam isolados por projeto, não alimentam IA nem são vistos por outros usuários

LGPD: você é o controlador dos dados, o AI.arq é o operador. Detalhes em Privacidade seção 1-A.

Cada contribuição tem um efeito direto nos seus próximos projetos:

  • • Planilha revisada (.xlsx corrigido offline): suas correções viram referência de proporção (quanto de cada item por m², no seu tipo de obra). Nos próximos projetos, o sistema usa isso pra avisar quando um número sai fora do esperado — ele não copia a sua quantidade pra outro projeto
  • • Cotação de fornecedor: monta o comparativo do seu projeto e calibra proporções (nunca valores absolutos)
  • • Revisão inline dentro do site: mostra pra gente onde corrigir a IA

O histórico de tudo que você contribuiu fica na aba "Contribuições" do seu dashboard.

Uma aba na planilha gerada que, para os itens do quantitativo com correspondência, mostra:

  • • Código SINAPI (Caixa) sugerido + descrição padronizada e unidade
  • • Até 2 sugestões de composição por item, da mais compatível pra menos
  • • Similaridade entre descrição do item e a composição (% de compatibilidade)
  • • Item sem match vem sinalizado, com orientação pra buscar o código manualmente no site da Caixa

Serve pra justificar tecnicamente o quantitativo pros fornecedores e dar credibilidade à planilha. Base: catálogo oficial SINAPI (Caixa), ~10 mil composições. Sem preço — o código serve pra consultar o valor atualizado direto na fonte.

Não. Regra dura do sistema:

  • ✗ Valores absolutos em R$ nunca são compartilhados entre projetos
  • ✗ Nome do cliente final, fornecedor, endereço da obra — ficam isolados por projeto
  • ✓ Apenas métricas adimensionais anonimizadas (CV de preço por categoria, share MAT/MO) vão pro sistema de alertas
  • ✓ Fornecedores entram nos alertas só como "fornecedor_1/2/3" em ordem aleatória, sem qualquer vínculo rastreável

Antes de qualquer inserção na base anônima, uma auditoria verifica que nenhum valor em R$, nome ou identificador vazou. Detalhes: Política de Privacidade seção 1-A.

Segurança e Privacidade

Sim. Seus arquivos (PDF, DWG, DXF) são armazenados em storage criptografado no Supabase por até 90 dias após o processamento, para permitir duas funcionalidades:

  • • Abrir a prancha em nova aba durante a revisão inline (botão "Ver prancha").
  • • Reprocessar o projeto com a versão mais nova do AI.arq (sem precisar reenviar).

Após 90 dias, são excluídos automaticamente. Toda comunicação é criptografada via HTTPS. Não usamos seus arquivos para treinar modelos de IA genéricos nem compartilhamos com terceiros.

Você pode solicitar exclusão antecipada a qualquer momento em [email protected].

Planilhas e arquivos originais (DXF/DWG/PDF) ficam disponíveis por até 90 dias após o processamento para revisão inline, reprocessamento e download. Depois disso, são excluídos automaticamente. Você pode solicitar exclusão antecipada em [email protected].

Apenas os parceiros essenciais para o funcionamento do Serviço:

  • • Anthropic (Claude API): recebe imagens das pranchas para análise com IA.
  • • Stripe: vai processar os pagamentos quando a cobrança começar (não armazenamos dados de cartão).
  • • Supabase: banco de dados do perfil do usuário (criptografado).
  • • Google: autenticação OAuth (nome, e-mail, foto).

Não vendemos dados. Seus PDFs não são usados para treinar modelos de IA.

Em conformidade com a LGPD, você tem direito a:

  • • Acessar seus dados pessoais
  • • Corrigir dados incorretos ou incompletos
  • • Solicitar exclusão de conta e todos os dados
  • • Portabilidade dos dados
  • • Revogar consentimento de marketing a qualquer momento

Para exercer esses direitos, envie um e-mail para [email protected].

  • • Via Google: nome, e-mail e foto de perfil
  • • Via cadastro: nome completo, WhatsApp, empresa, área de atuação e cargo (CPF/CNPJ é opcional e só será usado quando a cobrança começar — no beta o uso é grátis e ele não é usado)
  • • Via uso: Arquivos enviados — PDF, DWG e DXF (armazenados por até 90 dias em storage criptografado, excluídos automaticamente) e histórico de projetos
  • • Via pagamento, quando a cobrança começar: processado pelo Stripe — não armazenamos dados de cartão

Consulte nossa Política de Privacidade para detalhes completos.

Durante o beta, todos os projetos são grátis e você não precisa de CPF/CNPJ pra usar — o campo é opcional. Ele existe pro dia em que a cobrança começar: aí vamos precisar dele pra identificar quem pagou no documento fiscal. Enquanto o uso é gratuito, o CPF/CNPJ não é usado pra nada — fica guardado no seu perfil e você pode pedir pra gente apagar quando quiser. Quem nunca vai pagar nunca precisa preencher.

Quando a cobrança começar, o checkout (cartão, pelo Stripe) vai conferir se o CPF/CNPJ está preenchido no seu perfil. Se não estiver, abre uma janelinha pra você informar antes do pagamento.

Suporte

Verifique os seguintes pontos:

  • • Os arquivos estão em formato DXF, DWG ou PDF?
  • • Dica: nomear as pranchas ajuda, mas não é obrigatório (você classifica cada uma na tela).
  • • O arquivo abre normalmente no seu computador (não está corrompido)?
  • • A resolução é adequada (mínimo 150 DPI, ideal 300 DPI)?

Se o problema persistir, envie os arquivos para [email protected] e analisaremos o caso.

Pra dúvidas sobre a sua planilha (por que tem X m de Y, qual item é isso, etc.), use o chat com IA que aparece abaixo do botão de download após o processamento terminar. A IA lê sua planilha, busca os itens e responde em segundos, citando a fonte (layer CAD, observação, etc.).

Pra assuntos administrativos (pagamento, cadastro, exclusão de conta), envie e-mail pra [email protected]. Respondemos em até 48 horas úteis.

Envie um e-mail para [email protected] solicitando a exclusão da conta. Seus dados pessoais serão removidos em até 15 dias. Para limpar os dados armazenados localmente no navegador (localStorage), acesse as configurações do seu navegador e limpe os dados do site ai.arq.br.
Não. O AI.arq lê o desenho 2D que você já tem — DWG, DXF ou PDF exportado do CAD. A gente não modela nada e não pede Revit: o caso que resolvemos é justamente o projeto que existe só como prancha, muitas vezes recebido de outra pessoa. Se você já tem um modelo BIM completo e bem parametrizado, ele já extrai as tabelas de quantidade sozinho — nesse caso você não precisa da gente.
Nesses programas o cálculo é automático depois que você marcou: você importa o DWG ou o PDF, calibra a escala e traça em cima de cada parede, cada ambiente, cada ponto. No AI.arq você não traça nada — a gente lê a geometria do próprio arquivo e devolve a planilha por disciplina. A contrapartida honesta é esta: onde o desenho não informa, quem marca a linha como estimativa é o sistema, e a conferência dessas linhas continua sendo sua.
Não. Planta escaneada, fotografada ou plotada como imagem vira pixel: as cotas deixam de ser texto e não há de onde medir — e isso não melhora com resolução maior. O AI.arq lê DWG, DXF e PDF exportado direto do CAD. Se só existe o papel, o caminho é pedir o arquivo original a quem projetou ou redesenhar a planta antes.
Ela é processada, mas mede menos. A escala do desenho é conferida pelas próprias cotas da prancha; sem cota a gente não confirma o fator, e comprimento e área saem como estimativa, em laranja, pra você revisar. Em DWG/DXF, o que continua saindo medido é a contagem — portas, janelas, luminárias, louças — porque contar bloco não depende de escala; em PDF, até a contagem sai como estimativa.
Não, e isso é escolha. A gente entrega quantidade — item, unidade e quantidade, com o código SINAPI de referência ao lado dos itens em que há correspondência — e deixa a coluna de preço em branco pra você ou pro seu orçamentista preencher. Preço de material e de mão de obra muda por praça, por fornecedor e por semana; quem tem essa informação é quem compra. O que a gente faz é te dar o quantitativo rastreável em cima do qual esse preço vai ser posto.
Não. Durante o beta o uso é grátis e ilimitado — quantos projetos você quiser, sem cartão e sem CPF. Não há limite de um por conta: vale para todos os projetos, enquanto durar o beta. Cartão e CPF só entram quando a cobrança for ativada, e a gente avisa antes de qualquer cobrança começar.
Depende do formato, e vale separar duas coisas. Quanto da planilha volta PREENCHIDA: medido em outubro/2026 sobre todos os projetos concluídos, 69,4% das linhas em DWG/DXF (165 projetos, 12.910 itens) e 51,6% só com PDF (75 projetos, 8.966 itens). A diferença maior está no que sai MEDIDO: em CAD, 21,0% das linhas saem com o selo de medida da geometria do desenho — o selo diz de onde veio o número, e a conferência final continua sendo sua; em PDF, 3 em 8.966 — e as três são de maio, anteriores à regra atual. Isso não é falha de leitura — a gente lê o PDF e mede a geometria quando dá. É que a escala do PDF vem do carimbo da prancha, e carimbo é declaração, não prova; então tudo que vem de PDF sai como estimativa com a procedência escrita na linha, nunca como medida. Por isso a gente pede o arquivo de CAD (DWG ou DXF) sempre que der. O resto sai como estimativa, em laranja, pra você revisar — a planilha diz linha a linha o que é cada coisa, e nunca apresenta estimativa como medição. Método e amostra em Dados do AI.arq.
Muda bastante. Área de parede, pintura e revestimento vertical dependem da altura, e planta baixa não traz essa informação — então a gente não inventa. Quando você informa o pé-direito no upload, essas linhas saem calculadas com a conta à vista na observação do item e marcadas como estimadas, porque o número veio de você e não do desenho; quando não informa, elas voltam zeradas pra você preencher.
Em beta. No envio, escolha o tipo de projeto “Estrutura (concreto armado)”: a leitura levanta concreto em m³, fôrma em m² e aço em kg — em DWG/DXF, o resumo de aço da prancha vira uma linha por bitola e o quadro de consumo vira linhas de fôrma e concreto, como estimativa. No modo Arquitetura, aço, pilares e lajes não são medidos. Confira sempre com quem projetou.
Serve como ponto de partida, não como planilha de licitação pronta. A gente entrega o quantitativo com o código SINAPI de referência ao lado dos itens em que há correspondência confiável (os sem par vêm sinalizados), que é o que ajuda a justificar tecnicamente a quantidade — mas sem preço, sem pesquisa de mercado e sem assinatura de responsável técnico. Fechar a planilha orçamentária, escolher as composições definitivas e assinar continua sendo trabalho do profissional habilitado, e os itens marcados como estimativa precisam ser conferidos antes de qualquer uso oficial.
Não. Exporte antes: no Revit, Arquivo → Exportar → Formatos CAD → DWG ou DXF; aí a gente lê. E tem um motivo pra não ser só falta: nesses formatos a quantidade já vem pronta do modelo, calculada pelo software a partir do que o autor modelou, e a gente só marca como MEDIDO o que mediu na geometria. Repassar número de terceiro com selo de medido quebraria a regra que sustenta a planilha inteira.
Erra, sim — por isso cada linha volta carimbada como MEDIDO ou ESTIMADO, e não como "correto". Na revisão dentro do site você aprova, edita ou comenta item a item, e o que você corrige fica registrado no projeto. Suas correções calibram os alertas dos SEUS próximos projetos — a sua quantidade nunca é copiada pra projeto de mais ninguém, e nome de cliente, fornecedor, obra e valores em R$ ficam isolados no seu projeto. O que sai dali pra base comum são só PROPORÇÕES anônimas (do tipo "itens por m²"), sem número absoluto e sem nada que identifique você ou a obra — é o que a Política de Privacidade chama de métricas adimensionais anonimizadas, e é o que faz o alerta de fora do padrão funcionar pra todo mundo. A revisão por arquiteto ou engenheiro habilitado continua sendo obrigatória antes de qualquer contratação.
Porque olhar não mede. Modelos que enxergam leem bem o TEXTO de uma planta, mas erram muito ao CONTAR símbolos — portas, janelas, pontos — a partir da imagem; foi o que mostrou o AECV-Bench, benchmark publicado em 2026 sobre leitura de plantas de arquitetura e engenharia. Por isso a quantidade aqui sai da geometria do arquivo, não do que um modelo achou que viu. A IA entra para identificar e classificar o que foi medido. Escrevemos sobre isso em ai.arq.br/blog/posts/quantitativo-de-obra-com-ia.html
O AI.arq lê o CAD de qualquer lugar — DWG, DXF e PDF não têm nacionalidade. A referência é que é brasileira: os códigos vêm da SINAPI e as convenções de prancha que a IA aplica são as daqui. Num projeto de fora você teria o quantitativo, mas a coluna de referência não faria sentido local. Hoje a gente é feito pra projeto brasileiro.

Ainda com dúvida? Testa com uma prancha sua.

É a forma mais rápida de saber se serve pro seu projeto: você sobe o arquivo e vê a planilha. Grátis durante o beta, quantos projetos quiser, sem cartão.

Não achou sua pergunta? Escreve pra [email protected] — quem responde é gente.