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Perguntas Frequentes

Encontre respostas para as principais dúvidas sobre o AI.arq

Sobre o AI.arq

O AI.arq é uma plataforma que cobre o ciclo de quantitativo, comparativo e apresentação (sem precificar — isso fica com seu orçamentista):
(1) Lê o CAD — você envia DXF, DWG ou PDF e a IA gera a planilha de quantitativos (itens, unidades e quantidades — sem preços) em poucos minutos.
(2) Referências SINAPI — cada item vem com código oficial SINAPI (descrição padronizada, unidade e % de compatibilidade), pra justificar o quantitativo aos fornecedores.
(3) Compara propostas — quando os fornecedores devolvem as cotações, você sobe as planilhas e o AI.arq gera o comparativo pareado (ranking, discrepâncias, cobertura).
(4) Apresenta pro cliente final — com um clique, XLSX e PPT executivo saem com a logo e cor do seu escritório, prontos pra enviar por WhatsApp ou e-mail.
Pra quem PROJETA e precisa levantar quantidade a partir do próprio desenho: arquitetos, projetistas e orçamentistas. Também usam construtoras, incorporadoras e escritórios de engenharia. O AI.arq lê a prancha, não o canteiro.
Não. O AI.arq é uma ferramenta de apoio que acelera o levantamento inicial de quantitativos e organiza a comunicação com fornecedores. A planilha gerada deve sempre ser revisada por um profissional habilitado antes de ser utilizada em orçamentos ou contratações. Itens marcados em laranja (estimados pela IA) e roxo (custos indiretos / gestão) requerem verificação obrigatória antes de fechamento.
Funciona para ambos. Para reformas, o sistema compara automaticamente o layout atual com o novo e identifica o que sai, o que entra e o que permanece, gerando um resumo comparativo na primeira aba da planilha.

Como Funciona

No upload, você escolhe a tipologia do projeto (residencial, escritório, varejo, hospitalar, educacional) e, para cada prancha, classifica o tipo ou o detalhe do ambiente. Isso permite que o sistema processe com precisão os tipos clássicos:

  • Demolição
  • Layout Atual e Novo
  • Mobiliário e Marcenaria
  • Arquitetura — portas, revestimentos, divisórias, persianas
  • Pontos Elétricos e Dados
  • Pisos, Forro e Iluminação
  • Detalhamentos por ambiente (banheiro, cozinha, lavabo, etc)
  • Hidráulica e Gás

Aceita DXF, DWG ou PDF. Nomear os arquivos com clareza ajuda (ex.: "Pr100_Demolir.pdf"), mas não é obrigatório — você classifica cada prancha na tela de upload.

Sim — projeto feito no Revit funciona. Exporte em DWG ou DXF (Arquivo → Exportar → Formatos CAD) e mande pra gente. O AI.arq aceita PDF, DWG e DXF; nos dois últimos o sistema extrai a geometria direto do desenho — áreas, perímetros, comprimento de parede, contagem de blocos — e por isso mede com mais precisão.

Arquivos .rvt e .ifc a gente não lê — e isso é escolha, não falta. Nesses formatos a quantidade que aparece é a que o autor do modelo digitou nos parâmetros. A gente só marca de branco (“medido”) aquilo que mediu com as próprias mãos, a partir da geometria do desenho. Repassar número de terceiro com selo de medido seria quebrar a regra que sustenta a planilha inteira.

Vale lembrar: se você tem um modelo BIM completo e bem parametrizado, ele já gera as tabelas de quantidades sozinho. O AI.arq resolve o outro caso — o mais comum — que é o projeto que existe só como desenho: DWG, DXF ou PDF, muitas vezes recebido de outra pessoa.

A regra de ouro: 🥇 DXF é o melhor — mede de verdade e nunca trava na conversão. DWG também mede, mas os de AutoCAD Architecture/MEP (objetos AEC) às vezes não abrem — se der erro, exporte DXF. PDF é leitura visual, sai como estimativa. No CAD a gente extrai a geometria (áreas, comprimentos, contagem de blocos), então as quantidades saem medidas; no PDF a IA lê pela imagem, então sai tudo como estimativa pra você conferir.

Passo a passo por programa:

AutoCAD

  1. Botão do Aplicativo (o "A" no topo à esquerda) → Salvar Como → Outros Formatos.
  2. Em "Arquivos do tipo", escolha um DXF (ex.: AutoCAD 2018 DXF).
  3. Dê um nome, escolha a pasta e Salvar. (o .dwg nativo já serve)

Fonte: Autodesk

Revit

  1. Aba Arquivo → Exportar → Formatos CAD → DWG (ou DXF).
  2. Ajuste a configuração (camadas) e escolha a vista/folha, ou um conjunto → Avançar.
  3. Escolha a pasta; em "Arquivos do tipo", a versão do AutoCAD (DWG) ou DXF → OK.

Arquivos .rvt e .ifc não entram direto — exporte antes. Fonte: Autodesk

ArchiCAD

  1. Abra a planta ou prancha (não funciona em tabela, índice ou lista).
  2. Arquivo → Salvar como → escolha DWG ou DXF.
  3. No campo Tradutor, deixe um padrão (ex.: "For as-is output") e Salvar.
  4. Várias pranchas de uma vez: Documento → Publicar.

Fonte: Graphisoft

SketchUp (Pro)

  1. Pra planta, ajuste a vista: Câmera → Vistas Padrão + projeção paralela.
  2. Arquivo → Exportar → Gráfico 2D (planta) ou Modelo 3D.
  3. Escolha .dwg ou .dxf → Opções → OK → Exportar.

Exportar CAD só existe no SketchUp Pro. Fonte: Trimble

Só tenho PDF

  1. Exporte um PDF vetorial: no AutoCAD, botão do Aplicativo → Exportar → PDF. No Revit/ArchiCAD, use Imprimir/Plotar → PDF.
  2. Nunca "plotar como imagem" nem escanear/fotografar a planta — o desenho vira pixel, as cotas somem e a IA não consegue medir.
  3. Se der, mande o DWG/DXF junto — a gente mede e completa o que o PDF deixou como estimativa.

Dicas que ajudam ainda mais:

  • Salve numa versão compatível (DXF 2018, 2013 ou 2010) — objetos muito recentes ou especiais (comuns em projetos MEP) às vezes não convertem.
  • Desenhe esquadrias, peças e equipamentos como blocos, não como linhas soltas — é assim que a IA conta quantos são.

Só tem PDF mesmo? Sem problema, a gente processa — só lembre que sai como estimativa pra conferir, e os números você ajusta.

Sem limite de arquivos. Durante o beta é grátis e ilimitado, sem cartão — a tabela abaixo é a que passará a valer depois. O que conta é a quantidade de pranchas reais dentro deles — você pode enviar 1 PDF com 12 pranchas, ou 12 DWGs com 1 prancha cada, o preço é o mesmo. As 3 faixas: Pequeno (1-5 pranchas) R$ 97, Médio (6-10) R$ 157, Grande (11-20) R$ 247. Acima de 20 pranchas: R$ 247 + R$ 10 por prancha extra, sem teto. Dúvidas ou casos especiais: [email protected].
Aproximadamente 1–2 minutos por prancha depois que o processamento começa. Um projeto com 10 pranchas leva cerca de 10 a 15 minutos. Projetos menores (3–5 pranchas) costumam levar de 5 a 10 minutos, contando a fila. Você acompanha o progresso em tempo real no dashboard.

Importante: o AI.arq entrega uma planilha de quantitativos (itens + unidades + quantidades + descrições SINAPI) — sem preços preenchidos. A precificação e o fechamento do orçamento são feitos por você ou pelo seu orçamentista.

A planilha (.xlsx) tem até 3 abas:

  • Aba 1 — Resumo Comparativo: análise do que sai, entra e permanece (especialmente útil em reformas).
  • Aba 2 — Orçamento: itens organizados em até 18 disciplinas (Serviços Preliminares, Demolição, Fechamentos, Revestimentos, Pisos, Forros, Portas, Divisórias, Persianas, Iluminação, Elétrica, Hidráulica, Gás, AC, Incêndio, Marcenaria, Mobiliário, Complementares). É nesta aba que você ou o orçamentista preenche os preços unitários para compor o orçamento.
  • Aba 3 — Referências SINAPI (quando há matches): para cada item do quantitativo, traz o código oficial SINAPI com a descrição padronizada da composição, unidade e % de compatibilidade. Serve pra justificar tecnicamente o quantitativo aos fornecedores.

Recursos transversais:

  • 4 cores por tipo de item: branco (medido), laranja (estimado), cinza (metadado), roxo (custo indireto).
  • Coluna REF. PRANCHA com rastreabilidade por item.
  • Fórmulas automáticas de subtotal por disciplina + BDI configurável (vem com 27,5% como ponto de partida — ajuste pro seu caso) + contingência (10%). Para referência: o Acórdão 2.622/2013 do TCU traz faixa de 20,34% a 25% para construção de edifícios em obra pública.
  • Seções OMISSOS, EXCLUSOS e SUGESTÕES (custos indiretos típicos — linhas em roxo).
  • Alertas automáticos na coluna de observação: quando um valor foge da faixa típica do tipo de item, quando duas linhas parecem medir a mesma coisa (mesmo layer) e quando aparece uma categoria que costuma ficar de fora do orçamento (hidráulica, esquadria, ar-condicionado).
  • Coluna amarela de preço unitário em branco, para o orçamentista ou fornecedor preencher.
  1. Upload + classificação: você envia DXF/DWG/PDF, escolhe a tipologia (residencial, escritório, varejo, hospitalar, educacional) e, para cada prancha, classifica o tipo ou detalhe de ambiente.
  2. Extração do CAD: DWG/DXF — dados geométricos extraídos direto (blocos, polylines, hachuras). PDF — texto extraído e imagens recortadas por região de legenda.
  3. Análise com IA: cada prancha vai para a IA (Claude), que aplica convenções NBR e identifica itens, materiais, quantidades e especificações.
  4. Calibração por densidade: ratios históricos de projetos similares sinalizam itens fora do padrão (alertas de anomalia).
  5. Enriquecimento com SINAPI: cada item ganha referência oficial na aba "Referências SINAPI" (código + descrição padronizada + % de compatibilidade).
  6. Geração: itens consolidados em planilha .xlsx com fórmulas de subtotal, BDI e contingência prontas.
  7. Revisão: você revisa no navegador (aprovar/editar/comentar item a item) ou baixa e corrige offline.
  8. Comparativo de orçamentos (opcional): quando os fornecedores devolvem, você faz upload das planilhas e o AI.arq gera XLSX + PPT executivo com sua marca.

Precisão e Qualidade

A precisão depende da qualidade do arquivo: DWG/DXF permitem medição geométrica direta; PDF depende de as cotas estarem no desenho. Por isso cada item volta marcado como medido (do CAD) ou estimativa (pra revisar) — você sempre sabe no que confiar.

Por que medir e não só "olhar" a planta? Mesmo os modelos de IA mais avançados do mundo, quando contam itens só pela imagem de uma planta, erram muito: um benchmark acadêmico de 2026 (AECV-Bench) mediu entre 40% e 55% de acerto na contagem de portas e janelas (AECV-Bench, 2026). Por isso o AI.arq lê a geometria do arquivo CAD em vez de adivinhar pela imagem — e te mostra, item a item, o que foi medido e o que é estimativa.

Fonte: AECV-Bench (2026), benchmark acadêmico de leitura de plantas — arxiv.org/abs/2601.04819.

Toda planilha deve ser revisada por profissional.

A planilha usa 4 cores com significados diferentes (não é uma escala de "pior pra melhor" — cada cor indica um tipo de item):

  • Branco — MEDIDO: quantidade medida ou contada diretamente do CAD (hachura, bloco, polyline). É a parte mais sólida — ainda assim, a revisão por arquiteto/engenheiro é sempre recomendada.
  • Laranja — ESTIMADO / VERIFICAR: quantidade sugerida pela IA (fórmula, ratio de densidade, inferência da legenda). Revisar antes de usar.
  • Cinza — METADADO: informação do projeto (área total, área de layout, postos de trabalho). Não é item orçável — é contexto.
  • Roxo — CUSTO INDIRETO / GESTÃO: checklist de itens que não aparecem nas pranchas mas toda obra precisa (gerente de contrato, mestre de obra, seguro, as-built, fee). Você preenche a quantidade conforme o prazo real.

Obs: a coluna amarela (MAT R$ / M.O. R$) é onde você preenche os preços — aparece em todas as linhas, independentemente da cor do item.

Quando a legenda ou o quadro da prancha informa a quantidade, ela é usada diretamente. Quando não, o motor mede a geometria do CAD:

  • Comprimentos de paredes, dutos e tubulações, por camada do desenho
  • Áreas de ambientes e de hachuras — quando a camada tem uma hachura só. Camada com várias (o “ARQ-PISO” que mistura porcelanato e cerâmica) sai como estimado, porque a soma não mede um acabamento sozinho
  • Contagens de blocos: portas, janelas, luminárias, pilares, louças

Cada linha sai com um selo: medido (veio da geometria) ou estimado (veio de índice ou de um dado informado por você, como o pé-direito — nesse caso a conta aparece na observação do item, ex.: “perímetro das paredes × pé-direito informado”). A escala da prancha é conferida pelas próprias cotas do desenho, e o projeto mostra quantas bateram.

O que a gente não faz: aplicar dimensionamento normativo por conta própria (lux de iluminação, sprinklers por área, tomadas por posto, BTU por m²) nem acrescentar percentual de perda ou desperdício. Isso é decisão de projeto e do orçamentista — o quantitativo entrega a medida do desenho, com a origem de cada número rastreável.

Na prática isso pesa mais em piso, forro e revestimento, que quase sempre chegam como camada com várias hachuras: nesses três a maior parte das linhas sai como estimada, pra revisar. Comprimento e contagem de blocos são os que mais viram medido.

Base técnica: catálogo oficial SINAPI (Caixa), com ~10 mil composições carregadas no sistema como vocabulário de referência.

  • Exporte os PDFs em alta resolução (300 DPI).
  • Nomeie os arquivos de forma clara (ex.: “Pr100_Demolir.pdf”, “Pr400_Arquitetura.pdf”).
  • Inclua legendas completas com materiais, fabricantes e referências.
  • Envie todas as pranchas do projeto juntas — o sistema cruza dados entre elas e dá resultado mais consolidado.
  • Pode enviar PDFs com múltiplas páginas e DWGs com vários layouts — cada página/layout vira uma prancha separada na contagem.

Quando o sistema não consegue extrair itens de uma prancha, ele avisa de forma clara — não entrega uma planilha vazia sem explicação. As causas mais comuns:

  • O PDF é uma imagem escaneada ou fotografada da planta. O sistema lê PDF vetorial exportado direto do CAD (AutoCAD, Revit) — não foto.
  • O arquivo chegou incompleto — conexão instável durante o envio.
  • A prancha tem só o desenho, sem cotas nem legendas legíveis.
  • É um DWG de AutoCAD MEP/Architecture (elétrica, hidráulica, ar-condicionado) com “objetos inteligentes” (AEC). Nenhum conversor abre esse tipo direto — nem o nosso, nem o “Salvar como DXF” comum. O DWG comum (arquitetônico) converte normal; só os de MEP travam.

O que fazer: reenvie o arquivo exportado direto do CAD (PDF vetorial ou DWG), numa conexão estável, e reprocesse o projeto.

DWG de elétrica/MEP que não abriu? No AutoCAD, abra o arquivo e rode o comando EXPORTTOAUTOCAD (ou _AECEXPORTTOAUTOCAD) — isso transforma os objetos inteligentes em linhas comuns. Depois → Salvar Como → DXF 2013 e suba esse DXF. Aí a gente mede. (Nossa tela de upload avisa na hora se detectar um arquivo desse tipo.)

Preços e Pagamento

Três planos com economia de escala — quanto maior o projeto, mais barato por prancha. Durante o beta, grátis e ilimitado.

Pequeno

R$ 97

Até 5 pranchas

R$ 19,40 / prancha

MAIS COMUM

Médio

R$ 157

6 a 10 pranchas

R$ 15,70 / prancha · −19%

Grande

R$ 247

11 a 20 pranchas

R$ 12,35 / prancha · −36%

Acima de 20 pranchas: R$ 247 + R$ 10 por prancha adicional.

O que conta como prancha? Páginas dentro de PDFs e layouts dentro de DWG/DXF são contados separadamente. PDF de 12 páginas = 12 pranchas. DWG com 3 layouts = 3 pranchas. O sistema detecta e mostra a contagem antes de você pagar.

Pagamento por projeto, sem mensalidade ou assinatura.

Cartão de crédito/débito, processado pelo Stripe — a mesma plataforma de pagamentos utilizada por empresas como Uber, Spotify e Amazon. Não armazenamos dados do seu cartão; todo o fluxo financeiro ocorre diretamente nos servidores do Stripe (certificado PCI-DSS).
Cada planilha revisada e cotação de fornecedor que você envia afina a calibração — nos seus próximos projetos, o motor avisa quando um número sai fora do esperado pro tipo de obra (ele não copia a sua quantidade pra outro projeto). As cotações alimentam o comparativo do projeto. Histórico na aba "Contribuições" do seu dashboard.
Não. Você paga por projeto processado, sem assinatura, mensalidade ou taxa oculta — usa quando precisa. Durante o beta nada é cobrado, e quantos projetos quiser; a tabela por número de pranchas só passa a valer quando a cobrança começar, e a gente avisa antes.

Comparativo de Fornecedores & PPT

Não. Cada feature funciona sozinha. Não tem venda casada.

  • Só quantitativo? Ok — você gera a planilha e usa do jeito que quiser, em qualquer ferramenta.
  • Só comparativo de fornecedores? Em breve vamos disponibilizar uma página separada. Hoje, o comparativo aparece dentro do projeto (mesmo que você não use o quantitativo do AI.arq como base).
  • Só referências SINAPI? Vêm junto com o quantitativo automaticamente quando há matches — não é cobrada separada.
  • Só PPT com sua marca? Só é gerado quando você tiver cotações pra comparar. É brinde do comparativo, não é cobrado à parte.

Você paga só pelo processamento do quantitativo (preço por faixa de pranchas — veja "Preços e Pagamento"). Todo o resto (referências SINAPI, comparativo, PPT, agente de chat) está incluído, sem taxa extra e sem obrigatoriedade de uso.

Faz. Depois que o quantitativo fica pronto, dá pra gerar um cronograma físico a partir dele: as etapas da obra distribuídas no tempo, com o peso de cada uma. É um cronograma de prazo e avanço — não traz valores em reais, porque o AI.arq não precifica.

Você escolhe a data de início e a duração, ajusta as etapas na tela, e baixa em PDF ou como apresentação com a sua marca — dá pra levar direto pra reunião com o cliente.

Como todo o resto, no beta está incluso — sem custo adicional.

Gera um rascunho editável na tela, escrito a partir dos itens que a IA levantou do seu CAD, organizado na ordem das etapas da obra — o mesmo documento que prefeitura, banco e incorporação pedem. Você ajusta parágrafo por parágrafo e baixa em Word (.docx) já com as suas edições.

O texto é honesto: cada quantidade indica se foi medida do CAD ou se é estimativa a confirmar, e o que o desenho não informa (traço de concreto, sondagem, método executivo) vira um campo destacado [A PREENCHER PELO RESPONSÁVEL TÉCNICO].

É uma base pra você editar e assinar — não substitui o memorial de responsabilidade do RT. Dica: revise as quantidades antes de gerar, o texto sai melhor.

No beta está incluso — sem custo adicional.

Depois que você gera o quantitativo e manda pros fornecedores, eles devolvem planilhas preenchidas. Dentro do seu projeto no AI.arq, tem o card "Recebeu orçamentos dos fornecedores?" — basta fazer o upload de cada XLSX recebido.

Quando você tem 2 ou mais cotações, o botão "Gerar comparativo" produz:

  • XLSX com ranking por total pareado (só itens que todos orçaram — comparação justa)
  • Cobertura de cada fornecedor (quantos % dos itens ele cotou)
  • Top discrepâncias acima de 100% (sinal de escopo diferente)
  • Cruzamento com o quantitativo AI.arq original (quem esqueceu o quê)
  • PPT executivo com a logo e cor do seu escritório

O sistema reconhece as colunas automaticamente (descrição, unidade, quantidade, valor) mesmo em planilhas de layouts diferentes, e identifica itens equivalentes mesmo quando descritos de formas diferentes.

Sim. No Dashboard → "Meu Cadastro" → seção "Identidade visual" você sobe o logo (PNG/JPG/SVG, máx 2MB) e escolhe uma cor de marca. A partir daí, todo PPT comparativo sai com:

  • Logo na capa e em cada slide (canto superior esquerdo)
  • Títulos e cards usando a sua cor primária
  • Rodapé "Análise preparada por [Escritório] — Powered by AI.arq"

Ao subir o logo você declara ter os direitos autorais ou autorização de uso (ver Termos).

Dentro do projeto, no card "📇 Dados do cliente final" você preenche nome, empresa, e-mail, WhatsApp e endereço da obra. Esses dados:

  • Aparecem no cabeçalho das planilhas e PPTs gerados
  • Habilitam os botões "📱 WhatsApp" e "✉️ E-mail" pra envio rápido (abre o app com mensagem pronta — o AI.arq não envia sozinho)
  • Ficam isolados por projeto, não alimentam IA nem são vistos por outros usuários

LGPD: você é o controlador dos dados, o AI.arq é o operador. Detalhes em Privacidade seção 1-A.

Cada contribuição tem um efeito direto nos seus próximos projetos:

  • Planilha revisada (.xlsx corrigido offline): suas correções viram referência de proporção (quanto de cada item por m², no seu tipo de obra). Nos próximos projetos, o motor usa isso pra avisar quando um número sai fora do esperado — ele não copia a sua quantidade pra outro projeto
  • Cotação de fornecedor: monta o comparativo do seu projeto e calibra proporções (nunca valores absolutos)
  • Revisão inline dentro do site: ajuda a calibrar o motor pros próximos projetos

O histórico de tudo que você contribuiu fica na aba "Contribuições" do seu dashboard.

Uma aba na planilha gerada que, pra cada item do quantitativo, mostra:

  • Código SINAPI (Caixa) sugerido + descrição padronizada e unidade
  • Até 2 sugestões de composição por item, da mais compatível pra menos
  • Similaridade entre descrição do item e a composição (% de compatibilidade)
  • Item sem match vem sinalizado, com orientação pra buscar o código manualmente no site da Caixa

Serve pra justificar tecnicamente o quantitativo pros fornecedores e dar credibilidade à planilha. Base: catálogo oficial SINAPI (Caixa), ~10 mil composições. Sem preço — o código serve pra consultar o valor atualizado direto na fonte.

Não. Regra dura do sistema:

  • Valores absolutos em R$ nunca são compartilhados entre projetos
  • Nome do cliente final, fornecedor, endereço da obra — ficam isolados por projeto
  • Apenas métricas adimensionais anonimizadas (CV de preço por categoria, share MAT/MO) vão pro motor de alertas
  • Fornecedores entram no motor só como "fornecedor_1/2/3" em ordem aleatória, sem qualquer vínculo rastreável

Antes de qualquer inserção na base anônima, uma auditoria verifica que nenhum valor em R$, nome ou identificador vazou. Detalhes: Política de Privacidade seção 1-A.

Segurança e Privacidade

Sim. Seus arquivos (PDF, DWG, DXF) são armazenados em storage criptografado no Supabase por até 90 dias após o processamento, para permitir duas funcionalidades:

  • Abrir a prancha em nova aba durante a revisão inline (botão "Ver prancha").
  • Reprocessar o projeto com a última versão do motor (sem precisar reenviar).

Após 90 dias, são excluídos automaticamente. Toda comunicação é criptografada via HTTPS. Não usamos seus arquivos para treinar modelos de IA genéricos nem compartilhamos com terceiros.

Você pode solicitar exclusão antecipada a qualquer momento em [email protected].

Planilhas e arquivos originais (DXF/DWG/PDF) ficam disponíveis por até 90 dias após o processamento para revisão inline, reprocessamento e download. Depois disso, são excluídos automaticamente. Você pode solicitar exclusão antecipada em [email protected].

Apenas os parceiros essenciais para o funcionamento do Serviço:

  • Anthropic (Claude API): recebe imagens das pranchas para análise com IA.
  • Stripe: processa pagamentos (não armazenamos dados de cartão).
  • Supabase: banco de dados do perfil do usuário (criptografado).
  • Google: autenticação OAuth (nome, e-mail, foto).

Não vendemos dados. Seus PDFs não são usados para treinar modelos de IA.

Em conformidade com a LGPD, você tem direito a:

  • Acessar seus dados pessoais
  • Corrigir dados incorretos ou incompletos
  • Solicitar exclusão de conta e todos os dados
  • Portabilidade dos dados
  • Revogar consentimento de marketing a qualquer momento

Para exercer esses direitos, envie um e-mail para [email protected].

  • Via Google: nome, e-mail e foto de perfil
  • Via cadastro: nome completo, WhatsApp, empresa, área de atuação e cargo (CPF/CNPJ só antes do 1º pagamento, pro recibo — no beta o uso é grátis, sem CPF)
  • Via uso: Arquivos enviados — PDF, DWG e DXF (armazenados por até 90 dias em storage criptografado, excluídos automaticamente) e histórico de projetos
  • Via pagamento: processado pelo Stripe — não armazenamos dados de cartão

Consulte nossa Política de Privacidade para detalhes completos.

Durante o beta, todos os projetos são grátis e você não precisa de CPF/CNPJ pra usar. CPF/CNPJ é pedido só antes do 1º pagamento — precisamos pra emitir o recibo da transação. Quem nunca vai pagar (só usa o grátis) nunca precisa preencher.

No checkout do Stripe (cartão) o sistema confere se o CPF/CNPJ está preenchido no seu perfil. Se não estiver, abre uma janelinha pra você informar antes do pagamento.

Suporte

Verifique os seguintes pontos:

  • Os arquivos estão em formato DXF, DWG ou PDF?
  • Dica: nomear as pranchas ajuda, mas não é obrigatório (você classifica cada uma na tela).
  • O arquivo abre normalmente no seu computador (não está corrompido)?
  • A resolução é adequada (mínimo 150 DPI, ideal 300 DPI)?

Se o problema persistir, envie os arquivos para [email protected] e analisaremos o caso.

Pra dúvidas sobre a sua planilha (por que tem X m de Y, qual item é isso, etc.), use o chat com IA que aparece abaixo do botão de download após o processamento terminar. A IA lê sua planilha, busca os itens e responde em segundos, citando a fonte (layer CAD, observação, etc.).

Pra assuntos administrativos (pagamento, cadastro, exclusão de conta), envie e-mail pra [email protected]. Respondemos em até 48 horas úteis.

Envie um e-mail para [email protected] solicitando a exclusão da conta. Seus dados pessoais serão removidos em até 15 dias. Para limpar os dados armazenados localmente no navegador (localStorage), acesse as configurações do seu navegador e limpe os dados do site ai.arq.br.
Não. O AI.arq lê o desenho 2D que você já tem — DWG, DXF ou PDF exportado do CAD. A gente não modela nada e não pede Revit: o caso que resolvemos é justamente o projeto que existe só como prancha, muitas vezes recebido de outra pessoa. Se você já tem um modelo BIM completo e bem parametrizado, ele já extrai as tabelas de quantidade sozinho — nesse caso você não precisa da gente.
Nesses programas o cálculo é automático depois que você marcou: você importa o DWG ou o PDF, calibra a escala e traça em cima de cada parede, cada ambiente, cada ponto. No AI.arq você não traça nada — o motor lê a geometria do próprio arquivo e devolve a planilha por disciplina. A contrapartida honesta é esta: onde o desenho não informa, quem marca a linha como estimativa é o sistema, e a conferência dessas linhas continua sendo sua.
Não. Planta escaneada, fotografada ou plotada como imagem vira pixel: as cotas deixam de ser texto e não há de onde medir — e isso não melhora com resolução maior. O AI.arq lê DWG, DXF e PDF exportado direto do CAD. Se só existe o papel, o caminho é pedir o arquivo original a quem projetou ou redesenhar a planta antes.
Ela é processada, mas mede menos. A escala do desenho é conferida pelas próprias cotas da prancha; sem cota a gente não confirma o fator, e comprimento e área saem como estimativa, em laranja, pra você revisar. O que continua saindo medido é a contagem — portas, janelas, luminárias, louças — porque contar bloco não depende de escala.
Não, e isso é escolha. A gente entrega quantidade — item, unidade e quantidade, com o código SINAPI de referência ao lado — e deixa a coluna de preço em branco pra você ou pro seu orçamentista preencher. Preço de material e de mão de obra muda por praça, por fornecedor e por semana; quem tem essa informação é quem compra. O que a gente faz é te dar o quantitativo rastreável em cima do qual esse preço vai ser posto.
Não. Durante o beta o uso é grátis e ilimitado — quantos projetos você quiser, sem cartão e sem CPF. Não há limite de um por conta: vale para todos os projetos, enquanto durar o beta. Cartão e CPF só entram quando a cobrança for ativada, e a gente avisa antes de qualquer cobrança começar.
Depende do formato, e vale separar duas coisas. Quanto da planilha volta PREENCHIDA é parecido nos dois: medido em projetos concluídos em agosto/2026, 73,8% das linhas em DWG/DXF (79 projetos, 4.447 itens) e 70,0% só com PDF (11 projetos, 387 itens). A diferença está no que você pode usar SEM CONFERIR: em CAD, 23,9% das linhas saem carimbadas como medidas da geometria do desenho; em PDF, nenhuma. Isso não é falha de leitura — o motor lê o PDF e mede a geometria quando dá. É que a escala do PDF vem do carimbo da prancha, e carimbo é declaração, não prova; então tudo que vem de PDF sai como estimativa com a procedência escrita na linha, nunca como medida. Por isso a gente pede DXF sempre que der. O resto sai como estimativa, em laranja, pra você revisar — a planilha diz linha a linha o que é cada coisa, e nunca apresenta estimativa como medição.
Muda bastante. Área de parede, pintura e revestimento vertical dependem da altura, e planta baixa não traz essa informação — então a gente não inventa. Quando você informa o pé-direito no upload, essas linhas saem calculadas com a conta à vista na observação do item e marcadas como estimadas, porque o número veio de você e não do desenho; quando não informa, elas voltam zeradas pra você preencher.
Hoje, não como entrega principal. As disciplinas da planilha são de arquitetura e instalações — estrutura não é uma delas. O motor consegue contar elementos que aparecem no desenho, como pilares, mas volume de concreto a planta baixa não permite fechar: ela não traz a altura, e a gente não estima altura por conta própria. Se o seu levantamento é estrutural, o AI.arq ainda não é a ferramenta certa.
Serve como ponto de partida, não como planilha de licitação pronta. A gente entrega o quantitativo com o código SINAPI de referência ao lado de cada item, que é o que ajuda a justificar tecnicamente a quantidade — mas sem preço, sem pesquisa de mercado e sem assinatura de responsável técnico. Fechar a planilha orçamentária, escolher as composições definitivas e assinar continua sendo trabalho do profissional habilitado, e os itens marcados como estimativa precisam ser conferidos antes de qualquer uso oficial.
Não. Exporte antes: no Revit, Arquivo → Exportar → Formatos CAD → DWG ou DXF; aí a gente lê. E tem um motivo pra não ser só falta: nesses formatos a quantidade que aparece é a que o autor do modelo digitou nos parâmetros, e a gente só marca como MEDIDO o que mediu na geometria. Repassar número de terceiro com selo de medido quebraria a regra que sustenta a planilha inteira.
Erra, sim — por isso cada linha volta carimbada como MEDIDO ou ESTIMADO, e não como "correto". Na revisão dentro do site você aprova, edita ou comenta item a item, e o que você corrige fica registrado no projeto. Suas correções calibram os alertas dos SEUS próximos projetos — a sua quantidade nunca é copiada pra projeto de mais ninguém, e nome de cliente, fornecedor, obra e valores em R$ ficam isolados no seu projeto. O que sai dali pra base comum são só PROPORÇÕES anônimas (do tipo \"itens por m²\"), sem número absoluto e sem nada que identifique você ou a obra — é o que a Política de Privacidade chama de métricas adimensionais anonimizadas, e é o que faz o alerta de fora do padrão funcionar pra todo mundo. A revisão por arquiteto ou engenheiro habilitado continua sendo obrigatória antes de qualquer contratação.
Porque olhar não mede. Modelos que enxergam leem bem o TEXTO de uma planta, mas erram muito ao CONTAR símbolos — portas, janelas, pontos — a partir da imagem; foi o que mostrou o AECV-Bench, benchmark publicado em 2026 sobre leitura de plantas de arquitetura e engenharia. Por isso a quantidade aqui sai da geometria do arquivo, não do que um modelo achou que viu. A IA entra para identificar e classificar o que foi medido. Escrevemos sobre isso em ai.arq.br/blog/posts/quantitativo-de-obra-com-ia.html
O motor lê o CAD de qualquer lugar — DWG, DXF e PDF não têm nacionalidade. A referência é que é brasileira: os códigos vêm da SINAPI e as convenções de prancha que a IA aplica são as daqui. Num projeto de fora você teria o quantitativo, mas a coluna de referência não faria sentido local. Hoje a gente é feito pra projeto brasileiro.

Ainda com dúvida? Testa com uma prancha sua.

É a forma mais rápida de saber se serve pro seu projeto: você sobe o arquivo e vê a planilha. Grátis durante o beta, quantos projetos quiser, sem cartão.

Não achou sua pergunta? Escreve pra [email protected] — quem responde é gente.